domingo, 24 de fevereiro de 2013

Feliz de felicidade!

"Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos.''

Sê feliz por nada. Sê feliz apenas por ser, sem querer receber nada em troca, porque a felicidade não é uma moeda. Sê feliz sempre, e não só de vez em quando. Sê feliz sem vergonha de sê-lo. Sê feliz até quando estiver triste, e tenta ver sempre o lado bom de tudo. Sê feliz e deixa o tempo se encarregar de tudo! Sê feliz sem medo de sê-lo. 
E dança a dança da felicidade, mesmo sem ritmo, o que importa é sê-lo!


.39

«Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.


Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.»

 Álvaro de Campos


What.Inspires.Me

Domingo é naturalmente o dia em que não se faz nada (e que se deveria fazer tudo), mas hoje meu domingo foi diferente. Foi aniversário de duas amigas (que são gêmeas), a Ju e a Carol, elas fazem 14 anos hoje (parabéns pras gêmeas mais queridas da minha vida!!).
Teve festinha pra elas hoje, por isso meu domingo não pareceu um domingo (ainda bem, porque domingo é uó). 
Então, nesse domingo de felicidade, aqui vai o What.Inspires.Me da semana.













Desculpem o meu excesso de mel!
Bjbj :*

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Vontade de se apaixonar!

Ei!! Será que dá pr'eu me apaixonar ? Meninos, por onde andam vocês ? 
Quero me apaixonar, mas quero ser correspondida, à sério, não é um oferta da minha pessoa, é só uma constatação sentimental, talvez inútil mas é. 
Surge nesse momento um taurino na minha vida, o primeiro de todos, espero realmente que dê certo "não quero mais viver assim, sozinho"
Me apaixono por muita coisa, muita gente, muitos momentos, mas nunca foi por alguma coisa taurina. 
A felicidade finalmente me inundou, por que já estava demorando pra chegar. 
"Mas pra  fazer um samba feliz é preciso um bocado de tristeza."

É qu'eu sou desastrada!!

"Talvez eu seja pequena, lhe cause tanto problema, que já não lhe cabe  me cuida.
Talvez eu deva se forte, pedir ao mar por mais sorte, e aprender a navegar..."

domingo, 17 de fevereiro de 2013

What.Inspires.Me - Carnavalesco

Ei!! Hoje é domingo, mas uma semana começa, e mais uma semana acaba.
Como foi o carnaval de vocês ?
O meu foi bom, muito bom mesmo, mas assim bom demais!!
Aliás a minha quarta-feira de cinzas foi espetacular, de verdade.
Fui pro litoral com duas amigas, e fortaleci a amizade com as duas, e foi maravilhoso. Conheci muita gente, conheci muito lugar, e me senti mais livre do que nunca. 
Durante o meu carnaval a minha maré de azar foi embora junto com a água de mar que me benzia, junto com a mesma eu fui inundada de alegria e sorte.
Passei alguns domingos sem fazer essa costumeira postagem, e peço mil desculpas pelo meu mau momento. 
O carnaval acabou, infelizmente, e eu já estou ansiosa para o próximo. Aliás, eu acho que devia ter pelo menos três carnavais por ano.
Cá vai o meu What.Inspires.Me de carnaval!!




Da esquerda para a direita: eu, a Lais (a nova amiga libriana) e a Victoria (amiga aquariana de longa data)


Essa foi a música do meu carnaval.














Bjbj :*

Maré de azar, maré de sorte!

13 dias sem postar absolutamente nada no blog, aliás 13 dias sem nem entrar no meu e-mail pra ver o que se passa lá. 13 dias é muito tempo, já pensou no que se pode fazer em 13 dias ? 
Esses últimos 13 dias não foram lá os melhores dias da minha vida, nem chegam perto de ser, perdi algumas coisas, recuperei a maioria, algumas em parte e outras por inteiro. 
Eu tava fazendo um curso de teatro no Rio (que devo dizer foi um dos melhores cursos que eu já fiz), mas descobri que eu não sou muito sortuda, no meio do curso eu peguei uma conjuntivite alérgica, daí eu não pude apresentar a última esquete do teatro, resolvi voltar pra cidade imperial. Quando cheguei por aqui as notícias que me esperavam não eram das melhores, eram das piores, meu cachorro tinha fugida a dois dias e ninguém tinha sinal dele (eu chorei muito, acho que eu nunca tinha chorado tanto na minha vida). Na semana seguinte (ainda sem notícias do meu cachorro), roubaram o meu celular na sala de aula, e eu fiquei realmente muito paranoica, porque foi alguém que estuda comigo que me roubou. Não estudo mais com nenhuma das minhas melhores amigas, nem com a Ju, nem com a Carol, nem com a Anna, e sabe ? Isso me deixou realmente triste. Eu estava/estou com muita saudade do meu pai, muita saudade mesmo. E eu chorei. De novo, de novo e de novo, muito choro. 
Um dia desses meu pai disse pela internet assim:

Dizem que a noite é mais escura nos minutos que precedem o amanhecer...

Alguns dias depois de toda minha choradeira, eu fiz uma nova amiga, a Lais, que é muito amiga da Victoria, e eu sou muito amiga da Victoria, então eu fiquei muito amiga da Lais.
Fui numa festa junto com elas duas, e no dia seguinte nós nos encontrávamos viando em direção ao litoral. 
O amanhecer chegou, e de repente eu era só felicidade.
Quando retornei a cidade imperial (dessa vez com um sorriso no rosto, laços de amizade mais firmes do que nunca) estava tudo sobre controle, até eu. No dia seguinte descobrimos onde meu cachorro estava, e ele retornou ao lar. Esse foi talvez o melhor dia da minha vida. E apesar da saudade que eu sinto de tanta coisa, eu me encontro renovada e feliz, espero que pelo menos por um tempo eu só chore de felicidade, porque de tristeza já me cansou. 

O Outro Lado da Moeda - Catarina Gaspar

"Eu pareço forte, sorridente, sempre feliz, sou alguém que fala com um sorriso nos lábios e com a simpatia na voz, dou-me com toda a gente, tento nunca julgar pessoas. Sei que pareço muito segura de mim, e até sou ás vezes. Tenho um andar confiante, ás vezes parece que desfilo, tenho um olhar que encanta e que é muito expressivo. A minha voz é doce, é calma, não sai fina nem grossa, escorrega bem nos ouvidos. Não sou muito magra nem gorda, tenho curvas, sigo volta-e-meia as tendências que estão na moda. Gosto de me arranjar, de me sentir bem, de por maquilhagem todos os dias e sentir-me a miúda mulher com mais confiança nela própria que pode haver. Pareço até um bocado convencida, um bocado gabarolas, com a mania que tem sempre razão e que é melhor em tudo que os outros, porque sou eu quem sabe!, penso eu que sei...
Mas na verdade, por detrás de tanto riso e optimismo e confiança em mim própria... A verdade é que choro muito, em casa, quando o vazio no coração se alastra e já não aguenta mais. Choro quando fico nervosa, e a minha voz treme muito a falar de coisas importantes, todo o meu coração bate forte, e isso rebenta o meu choro. Choro quando me magoam, quando me pisam, quando eu fico magoada com coisas que me dizem. Choro à minima saudade, choro a ver filmes porque me envolvo demais. Sempre me envolvi demais em tudo o que me rodeia. Choro porque magoo amigos meus que do nada de apaixonam por mim, sem eu querer, e magoo-os ainda quando eles se apercebem que afinal eu sou só mesmo assim: sorridente, bondosa, sempre disponível. E quem eu deixo que entre no meu coração, mais tarde ou mais cedo me largam porque apenas se fartam de mim. E eu choro novamente, porque não entendo onde erro. Choro quando não consigo fazer alguma coisa, quando não fica perfeito como eu quero. Choro quando preciso de dizer algo e não posso: por respeito ou porque aquilo que preciso de dizer não deve ser dito. Eu mostro o meu sorriso a toda a gente, até posso mostrar muito do que sou de verdade a toda a gente porque sou um bocado transparente. Mas não mostro a quase ninguém aquilo que sinto de verdade, as minhas emoções, frustrações, desilusões, medos, anseios...
Poucos me conhecem de verdade, no entanto eu tento ser sempre verdadeira para todos que se cruzam de alguma coisa no meu caminho."

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dia 29 & Dia 30


Dia 29 - O que te faz mais feliz

Muita coisa me faz feliz, muita mesmo. 
Me faz feliz comer e dormir, mas isso é coisa de gente preguiçosa, talvez eu seja meio preguiçosa.
Me faz feliz ouvir música, música boa de verdade. Me faz feliz andar de bicicleta. Me faz feliz cantar, apesar de eu fazer isso muito mal. Me faz feliz falar, porque isso eu faço demais. Me faz feliz tirar fotografias, de tudo. Me faz feliz escrever e ler. 
Me fazem feliz os meus amigos, todos eles, quase sempre, porque eu nunca gosto de ficar sozinha. Me faz feliz rir, e isso eu faço muito, muito mesmo, deve ser por isso que eu sou muito feliz.
Me faz feliz ser quem eu sou e estar onde eu estou.

Dia 30 - Balanço do desafio

É sempre legal rever quem você é, porque no meio do mundo, de todas as coisas, de todas as pessoas, de vez em quando a gente esquece quem é. 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Dia 26, dia 27 & 28


Dia 26 - O melhor dia da tua vida e porquê.

Não tenho um melhor dia, tenho vários melhores dias. O dia que a minha prima nasceu. O dia em que eu cheguei na França. O dia em que eu cheguei no Brasil. O dia em que eu criei o blog. O dia em que eu ganhei o Batuta. E eu acho que é só. 

Dia 27 - O pior dia da tua vida e porquê.

Tenho a seguinte opinião, coisas ruins não são para serem lembradas.

Dia 28 - O que valorizas mais num blog; indicar um dos teus blogs preferidos.

Valorizo a boa escrita e a sinceridade, a transparência.
Meus blogs preferidos: http://sorrirdiferente.blogspot.com.br/
                                 http://historiasdaviagem-catarina.blogspot.com.br/
                                 http://delirioselvagem.blogspot.com.br/
                                 


Saudade

Saudade. Saudade de um monte de coisas. Um monte de coisas que eu não sei o que são.
Saudade das viagens, as físicas e as que só acontecem na minha cabeça. Saudade do meu pai. Saudade do meu cachorro que fugiu. Saudade do meu peixe que morreu. Saudade do meu bisavô (que eu conheci muito pouco, mas é como seu eu tivesse passado uma vida inteira ao lado dele) e que já morreu a muitos anos. Saudade do colégio. Saudade da minha velha casa. Saudade de quando eu tinha tempo de sobra. Saudade de quando eu fazia listas pra escolher "o que eu ia ser quando crescer". Saudade do que eu era. Saudade de como eu era. Saudade do meu antigo rosto, que eu continuo tendo, mas que não era assim. Saudade de como as coisas eram a uns 3 anos atrás. Saudade de quando eu tinha pesadelo e podia ir pra cama da minha mãe.
Saudade de outra vida. 
Sinto-me como se o estágio da vida em que eu me encontro é como se fosse outra vida, outra história. Essa sou eu. Não. Não sou eu. Quer dizer sou eu sim. Eu já fui um monte de gente, e agora sou essa gente aqui. Mas é como se eu já tivesse vivido um monte de coisas, mas coisas que eu não posso me lembrar. Saudade do que não foi, ou do que vai ser. Saudade do futuro e do passado. Quando nós estamos com saudade de uma pessoa que mora longe, a gente arranja um jeito de matar essa saudade, mas essa saudade que eu to sentindo é uma saudade que não dá pra matar, é uma coisa que me acompanha, é como seu eu tivesse vivido muito, mas ei, são só 14 anos. Saudade do que não foi, e talvez saudade do que nunca vais ser. Eu fico pensando no futuro, no meu futuro. As minhas amigas sabem qual faculdade querem fazer, o jeito que querem viver, se querem ter filhos, se querem se casar. Já eu, tenho medo de marcar uma coisa semana que vem porque talvez surja algum compromisso mais importante do que essa coisa, e na verdade não é nem um pouco mais importante, mas eu tenho mania de achar que os meus quereres podem esperar, e talvez na verdade não seja assim. Não sei se eu quero me casar, não sei se vou saber criar filhos se eu tiver filhos, não tenho certeza de qual faculdade vou fazer. Eu mudo a decoração do meu quarto quase toda semana, como eu posso ter certeza se quero fazer faculdade de direito ou de psicologia ? Quero fazer a minha vida, mas quando me perguntam assim: o que você quer ser quando crescer ? Eu não tenho certeza do que responder.
Eu tenho um monte de incertezas e um monte de saudades e talvez isso me defina, esse seja o meu dom, ser incerta e 'saudadeira'.
Saudade de um monte de coisa que foi, que é e que vai ser.