terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Queria não querer nada!!

O ruim de tudo é que a gente sempre espera dos outros o que nós damos pra eles, mas a gente nunca leva em consideração que não podemos nunca mandar no coração do outro, e na verdade nem no nosso!! Queria não querer receber dos outros o que eu espero receber. Queria ser desapegada, como os aquarianos. Queria ser tranquila como os cancerianos. Queria ser maternal como os piscianos. Queria ser super sonhadora como os sagitarianos. Queria ser como os taurinos, generosa. Queria ser de ar, ou de fogo. Mas o que eu posso fazer se nasci assim: escorpiana ? Sempre quis ser diferente de todo mundo, e talvez esse seja o meu maior defeito.
Mas eu queria mesmo é não querer nada, mas ainda não consigo. O negócio é tem que ser ariano, se não sofre mesmo!



Engraçado é que quem cuida da minha vida, não faz de todo, parte dela.

Dia 11 - Algo que gostavas de saber/aprender

Não sei fazer quase nada, mas sempre gostei de aprender tudo.
Gostava de aprender a língua francesa. Gostava de aprender a tocar flauta transversal. Gostava de aprender a jogar vôlei (o que não sei fazer direito até hoje). Gostava de aprender a desenhar. Gostava de aprender a fotografias (mas GOSTO mesmo!!)
E ainda gosto de tudo isso.
Mas a coisa que eu sempre tive mais prazer em saber foi sonhar.
Sonhar na hora de dormir. Sonhar acordada. Sonhar o futuro. Sonhar o presente. Sonhar o passado. Sonhar com o hipotético. Sonhar com impensável.
Eu sempre gostei de aprender a amar, e isso acho que eu ainda não aprendi, mas nunca é tarde.


Não gosto de máscaras


"Não gosto de máscaras, não gosto de palhaços, não gosto daqueles homem-estátua em tudo o que é cidade grande e cheia de turista.
Não gosto, talvez seja medo, talvez por não saber quem estará por detrás daqueles disfarces todos e, por isso, sendo um disfarce, não será a pessoa que realmente seria sem a máscara.
Não gosto, talvez seja medo ou talvez desconfiança, porque eu gosto de saber que caras me fitam o olhar, gosto de saber quem tenta adivinhar a minha mente como eu faço com os outros, gosto de olhar quem passa e imaginar as suas vidas, tentar adivinhar-lhes o nome, as histórias, os países onde esteve e as cicatrizes que os marcaram, gosto de olhar nos olhos e mostrar um sorriso, só porque um 'bom dia' também pode ser dito sem palavras, em meros segundo. 
Ah, e é tão bom quando nos sorriem de volta...
E por isso não gosto de máscaras, porque elas parecem esconder toda a essência magnífica de um ser."

Catarina Calçada Gaspar