quinta-feira, 19 de abril de 2012

Liberdade, já...

Estou entrando em parafuso. Eu sou livre, e sempre fui livre para ser livre, sempre fui livre para fazer qualquer coisa (com juízo, claro). E agora as pessoas querem tirar essa liberdade, elas dão, elas tirão quando querem. Mas, é só outra tentativa falhada, porque eu sou livre e continuarei a sê-lo. Não fui feita para viver acorrentada ao chão, fui feita para voar e conhecer coisas novas. Não fui feita para obedecer a tudo e a todos, afinal, as regras são feitas para se cumprir e para se quebrar. 
Perguntaram-me uma vez se eu era escrava da minha liberdade. E a resposta foi objetiva. "Claro que não, sou livre, não sou escrava de nada, nem de ninguém."
Agora  digo-lhes, ponham correntes em outra pessoa, pois as minhas eu arranco facilmente, e continuo a voar por aí.
Se cortarem minhas asas eu as conserto!










Não gosto de me sentir assim, enclausurada. Sou livre, não caibo numa jaula, e eu consigo me livrar das correntes. 


"Não se reprima, não se reprima..."

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