Sempre preferi os dias ensolarados àquela névoa do final de julho
Sempre preferi as aventuras mágicas aos romances "mela-cueca"
As noites de calmaria em casa aos agitos dos sábados à noite
Os sons de sopro aos de corda
Os abraços maternais à rebeldia incontrolável
E agora entre todas as coisas que se pode preferir, eu preferi você
E preferi pensar nos teus olhos verdes à fazer conjecturas sobre o que pensas de mim
[e as lembranças de um dezembro passado me atormentam, dia e noite]
Nenhum comentário:
Postar um comentário